segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Apoios e contributos (7) - Artur David

Foto "Jornal do Barreiro"

Desejo salientar, hoje, o apoio que foi dado, pelo Artur David, ao Projecto que venho apresentando de revitalização, recuperação e desenvolvimento do Barreiro Velho, do qual a criação do "Mercado de Rua Marquês de Pombal" constitui um elemento central..

Para não "ferir susceptibilidades", resolvi deixar o Artur David, que mora no Barreiro Velho, apresentar-se a si próprio, no "retrato" que dele fica, nesta entrevista ao "Jornal do Barreiro".

"Jornal do Barreiro" onde, na edição do passado dia 14 de Setembro, na página 15, publicou o seguinte Artigo de Opinião:

Resta-me dizer - porque é a verdade, embora isso, como tenho a certeza, não tenha influenciado em nada a sua tomada de posição - que o Artur David é meu amigo, é sim senhor e que tenho muito orgulho nisso. Conhece-me de pequeno, passámos muitos e bons momentos na Tróia, na Caldeira, onde a minha família materna fazia grande parte da sua vida estival, e chama-me "Tóninho". Do que eu gosto muito, porque significa que mantém, por mim, o afecto que me dedicava quando eu era miúdo.

Obrigado, Senhor Artur David.

9 comentários:

Fernado Palaio disse...

Acho que está na hora de,olhando a que estamos a 15 minutos da capital,fazer algo para que a nossa cidade seja mais actrativa para os seus habitantes de forma a que não passe a ser uma terra de recordações esquerdistas porque o futuro é hoje e o passado já foi...Fernando Palaio.

eu sou contra o mercado disse...

Outras notícias sobre o tema em:

http://eusoucontraomercado.blogspot.com/

Anónimo disse...

Vendedores improvisam mercado junto à Câmara



Indiferentes ao espaço, os vendedores de frutas, legumes e charcutaria não perderam tempo. Fechadas as portas do edifício da Resinagem, onde até quarta-feira funcionou o mercado municipal da Marinha Grande, suspenso pela Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), dezenas de comerciantes instalaram, ontem de manhã, a sua banca na rua, em plena praça Stephens, mesmo em frente à Câmara. Muitos disseram que o negócio até estava a correr melhor do que em outros dias.

"O mercado não tinha condições, toda a gente sabia disso, mas vender na rua não é solução", dizia Lucinda Marques, cliente habitual, que ficou surpreendida com o "espectáculo". E enquanto negociava a compra de um quilo de uvas, afirmava esperar que "seja encontrada uma solução rapidamente". A vendedora encolhia os ombros e lamentava que "os prejudicados" sejam "sempre os mesmos, os mais fracos".

No meio da azáfama, iniciou--se uma recolha de assinaturas, pela reabertura do mercado. Ao mesmo tempo, era distribuída uma nota, assinada pelo PCP, que apelava à luta contra a destruição da "pequena produção familiar e do comércio local". À mesma hora, junto à zona desportiva, várias máquinas trabalhavam contra o tempo. Procediam à terraplanagem do local e ao seu alcatroamento. Tudo indica que hoje os vendedores sejam transferidos para este local, onde até há bem pouco tempo, estava instalado o Clube Bus (autocarro com actividades para os jovens).

Quanto ao edifício construído no centro comercial Atrium para funcionar como mercado, deverá ser vendido. É essa a pretensão do actual Executivo, que se baseia num relatório do delegado de Saúde local, que aponta deficiências graves na estrutura, para rejeitar terminantemente que o mercado seja aí instalado.

Jornal de Notícias

Zé do Barreiro disse...

Ah,ah,ah.

Esta faz-me lembrar a "profecia" do Aires de Carvalho em Maio de 1997.

Saudações,

Zé.

Anónimo disse...

Hoje, dia 26 setembro, há Assembleia Municipal, no auditório da biblioteca, pergunto, se o antónio cabós gonçalves irá intervir, a propósito do Mercado Marquês de Pombal ?
E para quando (local e data) está marcada a apresentação pública deste Projecto ?

Muito obrigada.

KIRA disse...

não quero colaborar na divulgação de um boato (será?) mas tenho a informar que "corre" nos Casquilhos, zona onde moro, a "certeza" de que o mercado da verderena virá para aqui. para a zona descampada junto ao depósito de água ?
kira

Anónimo disse...

Já toda a gente sabe, mas...chiu!!!...tem que ser o presidente a anunciar...

Anónimo disse...

Confesso que o Mercado da Verderena nunca foi do meu agrado por uma série de factores, entre eles, a grande desorganização do espaço e a constante lixeira que se acumulava. Porém, o facto deste mercado ser um meio de vida para muitos, também me levou a pensar: “E agora? Que vai fazer esta gente?”. Bom, aí surgiu a proposta e o projecto do António Cabos Gonçalves – meu amigo de sempre.
Sou “camarra” por adopção, já que não nasci sequer no Barreiro, mas fui muito nova morar para a Travessa da Nossa Senhora do Rosário. Portanto, o espaço para onde o futuro mercado (espero que assim seja) irá ser transferido é do meu total conhecimento e, sobretudo, da minha vivência.
Para além de mim própria, também os meus avós - paternos e maternos - ali viveram, praticamente até à morte. Os maternos na Travessa da Assunção, e os paternos na Rua Aguiar, numa casa que faz esquina com a travessa atrás mencionada.
Todo este discurso para poder falar da vida activa, intensa, às vezes excessiva, que toda aquela zona – desde a Igreja da Nª Sª do Rosário até ao fim da Avª da Praia, incluindo a Rua Marquês de Pombal, Rua Aguiar e Rua Almirante Reis, teve e deixou de ter logo que os seus moradores foram falecendo.
Ali viviam, em perfeita comunhão, gente oriunda do Alentejo, do Algarve, das Beiras e, surpresa… também pessoas de etnia cigana. Ali conviveram, pescadores, corticeiros, cufistas, ferroviários, entre outros.
As crianças eram mais que muitas. Ali, na época da minha infância, vivia-se activamente tudo o que dissesse respeito ao rio: a faina propriamente dita, o “cerco”, a praia do Mexilhoeiro, o Bico, a Caldeira e a Alburrica, claro – espaço de muitas aventuras.
Hoje é o deserto. Muitas vezes ando pelas ruas da “Senhora do Rosário” à noite e tudo são só memórias. E embora possa parecer lamechice, não é fácil negar a decadência desta zona.
Daí o meu apoio total, completo e absoluto, à ideia e projecto do António. Sim, é absolutamente necessário revitalizar todo aquele espaço. Sim, é necessário ter consciência que os que lá viveram na minha época já faleceram, porém existem outros habitantes: jovens que remodelaram algumas casas e muitos habitantes de etnia cigana. Todos eles são razão suficiente para que o projecto avance. Sim, é necessário voltar a dar dignidade ao espaço, não só com este projecto/vida do Mercado, como também com a reabilitação das casas, do pavimento rodoviário, requalificando e reanimando aquela que foi, em tempos, uma área tão rica em todos os aspectos.
António, estou contigo neste projecto!

Anónimo disse...

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